domingo, 30 de maio de 2010

Conclusões de um domingo a noite.


*sxc.hu

Eu escrevo. Escrevo quando estou sozinha e quando estou cansada. Escrevo quando me sinto sozinha e quando não adianta mais conversar. Mas hoje escrevo pelo fim.
Pelo fim que ja devia ter acontecido e pelos que já aconteceram. É domingo a noite estou calma, Mas não paro de pensar na segunda se aproximando e com ela as conclusões e mudanças. Tem muitos fins se aproximando, se vão ser bons ou não, só saberei depois. 
Muitas mudanças eu nem vi chegar. Mas agora estão ai. A segunda me espera com um pouco de tudo. E cada dia me provando que não tenho ideia do acontecerá nas próximas horas.

Vou desejando mais confiança e que eu fique firme nas minhas decisões. Mesmo que elas estejam sendo tomadas pela décima vez. Só quero continuar vivendo. 

segunda-feira, 17 de maio de 2010

O que os beijos e filmes tem em comum?

Eu sei que tem muito. Nos últimos tempos, principalmente. 

Os últimos filmes e os últimos beijos, faltam algo. E dessa vez eu sei o que é. Dessa vez eu quero beijos com amor e filmes que eu me lembre pra sempre. Nem beijos nem filmes podem ser só "OK". Não podem ser de qualquer jeito, nem sem desejo.

O que isso tudo tem a ver?

É agora estou pedindo mais, quero filmes mais que "ok" e beijos com amor recíproco.
 

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Pode tudo.


Ela fez tudo que pode, fez tudo que conseguiria. Ela fez muito mais do que achou que poderia. Falou, dançou, tentou, chamou, pediu, beijou, amou... Desistiu. 
Ela nunca falou de amor, sabia que não era o que ele queria. Nunca disse gostar, porque ele não ouviria. Nunca disse querer mais de uma vez. Dizia que seria por uma noite, aceitaria só isso, desde que ele a desejasse. Ele não precisava retribuir o que ela oferecia. Era só desejar, era estar presente naquele momento. Com o calor que pedia aquele que prometia. Era pouco, mas ela se contentaria. Ele dizia que sim, mas nunca mostrava. Afirmava a culpa ser dela. 
Ela mudou, criou coragem para tudo, ele então disse que não a amava. Ele sabia que dizer isso era o modo mais fácil de fugir. Ela acredita que ele tem medo, medo talvez de gostar. Afinal a moça pode tudo. Provou isso. 
Pode desistir e desistiu. Agora sabia que não valia a pena, ainda ficou pensando: Quem tinha falado em amor? Ela trocaria o coração por uma noite, o amor por um beijo, a duvida por paixão. Mas agora ela trocou a confusão de ter pela paz da distancia.